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Novo imposto para saúde seria "péssimo" para o Brasil, avalia ministro29/09/2011
Um novo imposto para financiar o setor de saúde brasileiro parece que não será definido muito cedo. Segundo afirmou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, na última quarta-feira (28), a presidente do Brasil não quer apressar essa questão. O ministro falou sobre o tema após a abertura do 1º Fórum da Sociedade Civil da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. No evento, de acordo com a Agência Brasil, Carvalho afirmou que o País está passando por uma situação delicada, dado o contexto internacional, e que, portanto, não é o momento de falar de novos impostos. Imposto seria "péssimo" para o País Para Carvalho, resgatar o texto que foi aprovado em 2008, do então senador Tião Viana (PT-AC) e que prevê que a União separe 10% das receitas brutas correntes para aplicar no financiamento da saúde pública, será “péssimo” para o País. O ministro ainda assinalou que o governo está fazendo a sua parte, tentando otimizar ao máximo os recursos destinados à saúde. Em sua avaliação, a oposição não deveria ter extinguido a CMPF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e que, se isso não tivesse ocorrido, o Brasil não teria passado por tantos problemas na saúde nos últimos anos. Falta de transparência O especialista entende que a gestão dos recursos arrecadados pelo governo é ruim. “O governo toma dinheiro emprestado da sociedade para financiar parte dos seus gastos, que não são cobertos com a arrecadas de tributos”, finaliza. Fonte: InfoMoney Aprovação para cadastro reserva não garante contratação pela Petrobras Herdeiras poderão ser indenizadas por acidente sofrido por trabalhador autônomo Lavador de carro consegue vínculo de emprego com locadora Cobrança de frete de transporte terrestre prescreve em um ano Distribuidora de energia deve pagar indenização a esposa e filha de vítima de descarga elétrica |
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